Loucuras dos seriados da TV
(Por Manoel de Souza)


Você sabia que a Liga da Decência, grupo responsável pela censura na TV nos anos 60, implicou com o short usado por Robin, que deixava muito evidente seus atributos sexuais? Para saber como resolveram o "problema" de Robin, leia o livro Loucuras dos seriados da TV.

Um acidente que virou moda entre as mulheres: o penteado de Jennifer Aniston, de Friends, foi criado por acaso quando uma amiga cortou o cabelo da atriz usando uma gilete. Já o episódio de estreia de Jornada nas estrelas foi tão ruim, que o pai do criador da série apressou-se em sair de casa. Constrangido, ele foi se desculpar com os vizinhos pelo programa que o filho havia feito.

Recheado de histórias absurdas, mas reais, o livro traz os casos mais inusitados dos seriados de todos os tempos. De Rin Tin Tin a Sex and The City, conheça os bastidores e as intimidades de astros e estrelas da TV.

Ficha Técnica

Editora: Panda Books
Autor: MANOEL DE SOUZA
Origem: Nacional
Ano: 2004
Edição: 1
Número de páginas: 118
Acabamento: Brochura
Formato: Médio
Preço estimado : Por R$ 14,90

Agente 86
O Velho Truque do Livro Cheio de Curiosidades
(Por Odair Braz Junior)


O Agente 86 está de volta. Nos cinemas e nas livrarias. O filme, que tem Steve Carell (The Office), no papel do atrapalhado Maxwell Smart e Anne Hathaway (O diabo veste Prada) como a Agente 99, estreou no Brasil em 2007. O almanaque Agente 86 – O velho truque do livro cheio de curiosidades, do jornalista Odair Braz Júnior, traz fatos interessantes sobre a série que estreou em 1965.

Quando o Agente 86 surgiu, os Estados Unidos já viviam em clima de disputa com a União Soviética. A Guerra Fria – conflito velado e sem armas que gerava muita espionagem – estava no auge, e esse cenário inspirava todas as formas de arte, principalmente em Hollywood. Tanto é que, nos mesmos anos 1960, o mundo viu surgir James Bond, o agente secreto inglês, que se transformou num grande sucesso nas telas explorando justamente o cenário da espionagem e contra-espionagem.

O Agente 86 foi criado por Mel Brooks para satirizar os filmes de espionagem da época. As duas agências – o Controle e a Kaos – eram sátiras à CIA e à KGB. O personagem, interpretado por Don Adams, falecido em 2005, popularizou diversos bordões, conhecidos até hoje. Objetos como o “Sapato Fone” e o “Cone do Silêncio” fizeram rir toda uma geração.

Fã do personagem, Odair Braz Júnior reviu toda a série, tomando nota das frases mais engraçadas, dos disfarces, das cenas românticas, dos vilões. O resultado é um livro divertido, que vai matar a saudade de um dos personagens mais queridos da história da TV.

Ficha Técnica

Editora: Panda Books
Autor: ODAIR BRAZ JÚNIOR
Origem: Nacional
Ano: 2008
Edição: 1
Número de páginas: 192
Acabamento: Brochura
Formato: Médio
Preço estimado : Por R$ 34,90

Rita Lee mora ao lado.
(Por Henrique Bartsch)


Os Mutantes, Roberto Carlos, Wanderléa, Erasmo Carlos, Elis Regina, Raul Seixas, Gilberto Gil, Caetano Veloso são alguns dos personagens que ajudaram a escrever esta biografia alucinada (e sem censura) de Rita Lee, a rainha do rock brasileiro. Ou, como prefere a própria Rita, "um tratado arqueológico de minha vidinha vulgar, o encontro de vários elos perdidos".

Para contar essa história, Henrique Bartsch se baseou no diário de Bárbara Farniente, dona de um spa, que sempre foi vizinha de Rita Lee - desde a infância - por causa da paixão que sua mãe alimentava pelo pai da roqueira. Se Bárbara existiu de verdade? Melhor você tirar as suas próprias conclusões. Pelo menos, a própria Rita Lee aprovou: "Quando o carteiro chegou, e o meu nome chamou, com uma carta na mão, eu estava recebendo este texto. O que seria afinal Rita Lee mora ao lado? Seria uma petição de meus vizinhos contra meus desvarios? O calhamaço ficou durante uns tempos descansando em minha escrivaninha. Um belo dia resolvi dar uma folheada e não consegui largar até terminar."

Ficha Técnica

Editora: Panda Books
Autor: HENRIQUE BARTSCH
Origem: Nacional
Ano: 2006
Edição: 1
Número de páginas: 255
Acabamento: Brochura
Formato: Médio
Preço estimado : Por R$ 39,00

Que Rock É Esse?
(Por Edgard Piccoli)


50 anos
(De muito rock'n'roll brasileiro)

Da Jovem Guarda à Pitty, a evolução do rock é abordada no melhor estilo almanaque. O rock brasileiro já tem quase 50 anos de história. Para registrar e contextualizar as principais bandas nacionais, a Editora Globo e o canal de TV a cabo Multishow lançam Que rock é esse?. O projeto surgiu do programa homônimo de televisão apresentado por Beto Lee. Além de documentar a trajetória do rock até a atualidade, o livro traz análises e comentários de ícones do estilo musical no país, como Rita Lee, Nelson Motta, Lobão, Frejat, Samuel Rosa, Edgard Scandurra, Dinho Ouro Preto, Pitty, Fê Lemos, Evandro Mesquita, Gabriel o Pensador, Samuel Rosa e o jornalista Ricardo Cruz. A apresentação e os textos fictícios - que caracterizam as épocas referidas - ficam por conta de Edgar Piccoli.

No livro, o rock internacional serve como referência, posicionando o leitor nas tendências dos respectivos momentos históricos. Dividido em cinco partes (anos 1960, anos 1970, anos 1980, anos 1990 e anos 2000), Que rock é esse? traz uma linha do tempo para cada década. Nelas, constam os acontecimentos mais importantes da política, do cinema, da moda e da música.

Listas imprescindíveis para o conhecimento musical estão espalhadas ao longo da obra, como "Os 10 discos de rock internacional mais vendidos", "As 10 músicas brasileiras de rock que bombaram na década", "Os 10 shows internacionais mais importantes no Brasil", entre outras. Pequenas listas com as gírias mais faladas também podem ser encontradas. Nada mais justo, já que a maioria das inovações visuais e orais tem sido proveniente da cena rock'n'roll.

Revelações de bastidores e análises sobre o panorama musical se intercalam, o que torna a leitura leve e, ao mesmo tempo, acrescenta muito à bagagem cultural do leitor. "E Ronnie [Von] disse: Estou lendo um livro chamado O império dos mutantes. Ganhamos o livro e achamos tão genial que passamos a ser Os Mutantes", conta Rita Lee. "Talvez um dos grandes hinos da abertura política no Brasil tenha sido Inútil [A gente não sabemos escolher presidente, a gente não sabemos tomar conta da gente... Inútil, a gente somos inútil!]", pondera Edgard Scandurra.

Rockabilly, heavy metal, punk rock, pop rock, emocore, indie rock. Da Jovem Guarda à Pitty foram cinco décadas de rock para todos os gostos e de todos os tipos. Essa história faz parte não só da música brasileira, mas também da identidade nacional.

Ficha Técnica

Altura: 23,8 cm.
Largura: 16,7 cm.
Acabamento : Brochura
Edição : 1ª / 2008
Idioma : Português
País de Origem : Brasil
Preço estimado: Por R$ 39,00

Segredos e Lendas do Rock
(Por Sergio Pereira Couto)


Segredos e Lendas do Rock

The Beatles
The Rolling Stones
Pink Floyd
Elvis Presley
Nirvana
David Bowie
The Doors
Led Zeppelin
Robert Johnson
Lou Reed

Conheça histórias inusitadas, fatos inexplicáveis e teorias conspiratórias envolvendo os astros do rock Estes astros são conhecidos não apenas pelo talento singular, mas pelas carreiras marcantes na história do Rock?n?Roll. Além da ótima produção musical que a maior parte das pessoas conhece, existem também histórias incríveis, fatos inexplicáveis e teorias conspiratórias dos mais diversos tipos que despertam a curiosidade não apenas dos fãs mais fervorosos, mas de todas as pessoas que se interessam por histórias inusitadas e que geram todos os tipos de especulações.

Mick Jagger e David Bowie realmente tiveram um caso amoroso? Paul McCartney está morto? Robert Johnson fez pacto com o diabo? Neste livro, o autor seleciona e fornece detalhes a respeito desses e outros fatos envolvendo os astros do rock, o que fará com que o leitor se divirta e solte a imaginação com tantas histórias envolvendo seus maiores ídolos.

Ficha Técnica

Altura: 23 cm.
Largura: 15,7 cm.
Acabamento : Brochura
Edição : 1 / 2008
Idioma : Português
Número de Paginas : 160
Preço estimado: Por R$ 19,90

Rolling Stones
(O Começo)


Em meio a disputas judiciais e problemas com drogas, no início da década 70 os Rolling Stones se exilaram no sul da França para gravar um novo disco. O lugar era lindo, o ambiente promissor, a tarefa parecia simples: os integrantes só precisavam compor e gravar. Mas o período foi marcado por promiscuidades sexuais e muitas drogas, e as dificuldades acompanharam a banda até as gravações de Exile on Main St. Apesar do caos, no fim do ano seguinte, a banda lançava um de seus melhores discos. O jornalista Robert Greenfield, ex-editor da revista Rolling Stones, revela em detalhes os bastidores dessa gravação.

A sociedade os via como repulsivos e obscenos, mas, apesar de não serem nem de longe desconhecidos em 1965, os Rolling Stones ainda não eram a maior banda de rock and roll do mundo. Depois de espalhar suas ondas de choque pela Inglaterra e pelos Estados Unidos, eles estavam a ponto de fazer o mesmo por toda a Europa. As fotos extraordinárias de Bent Rej captam esse momento crítico no palco, nos bastidores, na vida pessoal e publicamente; elas retratam jovens extremamente determinados em sua missão. Passado o impacto inicial dos Stones, o mundo estava pronto para maravilhar-se com eles - e a vida nunca mais seria a mesma.

O COMEÇO apresenta, pela primeira vez, uma coletânea incomparável de mais de 300 fotos dos Rolling Stones em meados da década de 1960, período em que estavam começando a alcançar o estrelato. Estas imagens raras, tanto da intimidade da banda como de apresentações públicas, são verdadeiros ícones de uma era.

De março de 1965 a maio de 1966, o fotógrafo dinamarquês Bent Rej teve acesso privilegiado aos Stones, como integrante do círculo de amigos dos membros do conjunto, e acompanhou-os na primeira grande turnê pela Europa: a do lançamento de "Satisfaction". Este livro apresenta o magnífico conjunto das fotos tiradas por ele de um dos grupos mais carismáticos do mundo do espetáculo, retratado em casa e no trabalho nos bastidores e no palco, constituindo uma visão reveladora de um momento único na história do rock.

Gozando os primeiros frutos do sucesso (várias fotos apresentam os membros da banda nas primeiras casas compradas por eles), nestas imagens os Stones aparecem ainda inseguros em relação ao que o futuro lhes reserva. Apenas Jagger parece posar confiante para as câmeras, levando-nos a entrever que, nesse período, os Stones estão prestes a alcançar os píncaros - ou os abismos - do sucesso.

Ficha Técnica

Altura: 32 cm.
Largura: 26 cm.
Acabamento : Encadernado
Edição : 1ª Ed. / 2009
Idioma : Português
País de Origem : Brasil
Número de Paginas : 320
Preço estimado: Por R$ 180,00

Uma Temporada no Inferno...
Com os Rolling Stones!
(Por Robert Greenfield)


Em meio a disputas judiciais e problemas com drogas, no início da década 70 os Rolling Stones se exilaram no sul da França para gravar um novo disco. O lugar era lindo, o ambiente promissor, a tarefa parecia simples: os integrantes só precisavam compor e gravar.

Mas o período foi marcado por promiscuidades sexuais e muitas drogas, e as dificuldades acompanharam a banda até as gravações de Exile on Main St.

Apesar do caos, no fim do ano seguinte, a banda lançava um de seus melhores discos. O jornalista Robert Greenfield, ex-editor da revista Rolling Stones, revela em detalhes os bastidores dessa gravação.

"Com o tom divertido e irônico de um romancista do século XVIII, ele conta o estranho nascimento do álbum Exile on Main St. em um verão escaldante."

Ficha Técnica

Edição: 1
Acabamento : Brochura
Número de Paginas : 236
Idioma: Português
Preço estimado: Por R$ 39,90

Lady Sings The Blues
(Por Roberto Muggiati)


Billie Holiday

Mito do jazz entre as décadas de 1930 e 1950, Billie Holiday foi criadora de um modo peculiar de viver e de cantar que marcou a carreira de uma série de cantoras norte-americanas, como Sarah Vaughan e Ella Fitzgerald. Mas a grande dama do jazz morreu pobre, viciada em heroína e já praticamente sem voz. Somente depois de morta foi reconhecido seu papel de vanguarda na criação e popularização de um estilo musical que veio a conquistar adeptos no mundo todo.

Nessa autobiografia, Billie conta de maneira pungente e dramática a história de sua vida conturbada, da infância até o início da década de 1950. Expõe cruamente seus percalços com a polícia, a perseguição que sofreu por parte da imprensa, os dissabores amorosos e os meandros do submundo das drogas e do showbiz.

O texto final é do jornalista William Dufty, do New York Post, amigo da vocalista. Nessa edição brasileira, o relato do que aconteceu a Billie do início da década de 1950 até sua morte trágica, em julho de 1959, é feito pelo crítico de música Roberto Muggiati.

Ilustrado com fotografias da cantora; inclui discografia atualizada, por Vincent Pelote; e discografia adicional, indicação de livros, DVDs e tributos, por Roberto Muggiati.

Ficha Técnica

Altura: 21 cm.
Largura: 14 cm.
Profundidade: 1,3 cm.
Acabamento : Brochura
Edição : 1 / 2003
Idioma : Português
País de Origem : Brasil
Número de Paginas : 240
Preço estimado: Por R$ 44,00

Jimi Hendrix
(A Dramática História de uma Lenda do Rock)


Em 1970, apenas três anos depois de iniciar sua carreira, Jimi Hendrix tinha uma legião de fãs, discos de ouro e uma coleção de turnês bem-sucedidas. Os Beatles, os Rolling Stones e Eric Clapton estavam entre os ídolos do momento que reverenciavam a sua forma de tocar. No mesmo ano, Hendrix morre de overdose. Além do talento, ficou para a história a sua irreverência e a ligação com as drogas. Mais de 30 anos depois, o astro continua encabeçando a lista de melhores guitarristas de todos os tempos, mas a sua imagem está prestes a mudar. A jornalista Sharon Lawrence mostra uma versão até então desconhecida do músico nesta biografia. Sharon era sua amiga e confidente, para quem ele ligava nos momentos difíceis. Munida de farta pesquisa e do depoimento de fontes que haviam permanecido em silêncio até os dias de hoje, como vizinhos e músicos, conta a história de um artista genial, mas sensível, carente e deprimido, pressionado por interesses alheios à arte.

A autora recompõe com delicadeza os conflitos da meteórica carreira de Hendrix, desvendando os bastidores de sua vida: agitação, viagens, processos na justiça, assédio de fãs, drogas, sonhos e desejos. Ainda traça o panorama da época e reproduz as conversas que teve com ele. Nelas, um Hendrix sensível está sempre pronto para o desabafo. Com coragem, expõe a verdadeira guerra judicial que se seguiu à morte do artista, em torno de sua herança, e fornece uma versão bastante pessoal da tragédia que cercou seu prematuro desaparecimento. Um livro para mudar definitivamente o seu olhar sobre um dos maiores ícones do rock.

Ficha Técnica

Altura: 23 cm.
Largura: 15,6 cm.
Edição : 1 / 2007 / Novembro
Idioma : Português
País de Origem : Brasil
Número de Paginas : 356
Data de Lançamento : 06.11.2007
Preço estimado: Por R$ 46,00

Almanaque do Rock
(Histórias e Curiosodades do Ritmo que Revolucionou a Música)


No Almanaque, o leitor encontrará mais de 50 anos de história do bom e velho "rock and roll". Esse ritmo contagiante que traduz excitação e frenesi nunca envelhece; pelo contrário, se renova a cada geração. Se na década de 50, quando ele foi inventado por Chuck Berry e Elvis Presley, significava uma fusão da country music e do rhythm?n?blues, hoje essa definição pode ser muito mais ampla. Com o passar dos tempos, o rock agregou elementos do jazz, da música clássica, do folk e da world music, entre outros.

Hoje o rock deita e rola na era digital, usando os famosos samplers, instrumentação eletrônica e muitos computadores. Mas uma coisa é importante ressaltar: o rock and roll nunca perdeu a sua rebeldia, o seu jeito de "entrar com o pé na porta".

Kid Vinil
(O Autor)

O apresentador, músico e, legítimo roqueiro Kid Vinil, a trajetória do rock é contada desde os primeiros roqueiros, com forte influência da música negra americana, passando por grandes nomes, como Elvis e Bob Dylan, os Beatles e os Rolling Stones, até os dias de hoje. As mudanças comportamentais e sociais impulsionadas pelo estilo, além das polêmicas, as vendas estrondosas de discos, as drogas, os videoclipes e muito mais também são retratados pelo "Almanaque do Rock", de modo leve e com uma dose certeira de humor, como um bom rock deve ser.
Ficha Técnica

Altura: 23 cm.
Largura: 20,8 cm.
Edição : 1 / 2008
Idioma : Português
País de Origem : Brasil
Número de Paginas : 304
Preço estimado: Por R$ 52,90

Fala Rock As Máximas e Mínimas do Roquenrol
(Por Carmem Cacciacarro)


Fim de ano chegando e junto com ele aquela hora de presentear a namorada, esposa, irmão, amigo secreto ou quem mais você quiser. Uma boa dica é o livro "Fala Rock: as máximas e mínimas do roquenrol", recém lançado pela Editora Garamond. Trata-se de um apanhado de frases disparadas pelas estrelas que construíram o rock n roll nestas cinco primeiras décadas. Frases espertas, filosóficas e outras completamente idiotas você encontra nas 129 páginas do livro.

A compilação foi feita por Carmen Cacciacarro, que conta na apresentação da obra que um dia descobriu "que o rock fala" e que essas "máximas e mínimas reunidas formavam uma bela coleção que é, ao mesmo tempo, um painel multifacetado do rock" capaz de "propocionar bons momentos de diversão".

Organizadas a partir de temas elencados em ordem alfabética, "Fala Rock" conta com declarações sobre assuntos óbvios quando o assunto é rock n roll como "sexo" e "drogas", além de incluir outros mais estranhos como "profecia" e "auto-ajuda", por exemplo.

Aqui você encontra Pete Townshend detonando o líder do Nirvana ao dizer que "Kurt Cobain virou um garoto patético, perdido e de uma estupidez heróica"; ou Jerry Lee Lewis exercitando a sua modéstia ao afirmar "que nunca me achei o melhor, mas sou"; e também Johnny Rotten confundido a todos ao declarar que "o punk sempre foi decepcionante! Sempre será. Sempre", além de outras pérolas. Como se percebe, a leitura de "Fala Rock" não vai transformar ninguém em gênio, mas também não tem contra-indicações.

(Por Cristiano Viteck)

Ficha Técnica

Altura: 20 cm.
Largura: 20 cm.
Profundidade: 1 cm.
Acabamento : Brochura
Edição : 1 / 2005
Idioma : Português
País de Origem : Brasil
Número de Paginas : 114
Preço estimado: Por R$ 29,50

O Jovem Elvis Presley



Escrito por Ayrton Mugnaini, o livro descreve a infância pobre do ídolo, no período que seguiu à Grande Depressão nos Estados Unidos, a vocação para a música revelada precocemente e confirmada em 1954, consagrando-o como o pioneiro do Rock'n'roll e como o grande mito de nossa época.

Ficha Técnica

Altura: 21 cm.
Largura: 14 cm.
Acabamento : Brochura
Edição : 1ª Ed. / 2009
Idioma : Português
País de Origem : Brasil
Número de Paginas : 160
Preço estimado : Por R$ 31,00

Aconteceu em Woodstock


Aconteceu em Woodstock é uma história real escrita por Elliot Tiber, o homem que levou o maior festival de música da humanidade para a pequena cidade de Bethel, próxima à Nova York. Tiber conta no livro que Woodstock aconteceu quase por acaso. Para salvar o hotel dos pais da falência, ele ofereceu o terreno para promover um show de rock e arrecadar dinheiro. Ele só não sabia das proporções que o evento tomaria...

O concerto, que aconteceu entre os dias 15 e 18 de agosto de 1969, está completando 40 anos. O livro, divertido e engraçado, conquistou Ang Lee e vai virar filme com estréia prevista para agosto nos Estados Unidos e janeiro no Brasil. Ang Lee é o premiado diretor de O segredo de Brokeback Mountain.

Ficha Técnica

Altura: 21 cm.
Largura: 14 cm.
Acabamento : Brochura
Edição : 1ª Ed. / 2009
Idioma : Português
País de Origem : Brasil
Número de Paginas : 304
Tradutor : Mariana Lopes
Preço estimado : Por R$ 34,90

Kind of Blue
(A História da Obra-prima de Miles Davis)


Neste olhar cuidadoso sobra a história do álbum, o jornalista americano Ashley Kahn traça um panorama do jazz nos anos 50 e recria o cenário dessa monumental gravação. O livro começa com a emocionante chegada do autor aos estúdios da Sony Musics, que detém os arquivos de Kind of Blue, e transmite toda a ansiedade e excitação que o raro acesso aos originais do álbum causam.

Em seguida, relata a chegada de Miles Davis a Nova York e repassa sua trajetória até se debruçar, take a take, sobre as duas famosas sessões de gravação. Desse ponto em diante, o foco se alarga novamente para mostrar sua repercussão e influência.

Três interlúdios ajudam a situar o contexto: a ascensão da Columbia Records e seu papel no sucesso de Kind of Blue, o 30th Street Studio e as propriedades acústicas inigualáveis que tanto distinguiam a música lá gravada e o epônimo Freddie Freeloader

Ficha Técnica

Altura: 23 cm.
Largura: 16 cm.
Profundidade: 1,5 cm.
Acabamento : Brochura
Edição : 1
Idioma : Português
País de Origem : Brasil
Ano : 2007
Número de Paginas : 253
Preço estimado : Por R$ R$ 43,00

Trecho de...
Chico Buarque Histórias de Canções
(Por Wagner Homem)


As primeiras canções

O país que viu nascer a nova geração de compositores da MPB (Música Popular Brasileira) saía do governo de Juscelino Kubitschek (1956- 1961). Enquanto o mundo tentava curar as feridas da Segunda Guerra, no Brasil o estado de direito ainda engatinhava quando foi sacudido pelo suicídio do presidente Getúlio Vargas, em 24 de agosto de 1954. Em que pese o trauma, as eleições daquele ano ocorreram na data prevista, e em 1955 Juscelino se elegeria presidente da República.

Não obstante as tentativas da UDN (União Democrática Nacional), sob a liderança de Carlos Lacerda, de impedir sua posse, ele assumiu em 31 de janeiro de 1956. Imediatamente solicitou ao Congresso a suspensão do estado de sítio e aboliu a censura à imprensa. Na primeira reunião ministerial, expôs o que ficou conhecido como Programa de Metas, que, com o lema "Cinquenta anos em cinco", fazia uma clara opção pelo desenvolvimento quase que a qualquer custo. A ampliação e diversificação do parque industrial, a construção da nova capital, Brasília, com projeto do urbanista Lúcio Costa e prédios do arquiteto Oscar Niemeyer, e a conquista da Copa do Mundo de Futebol, na Suécia, em 1958, infundiam na população um orgulho jamais visto.

Ao desenvolvimento econômico correspondia uma efervescência cultural. Em 1955, Nelson Pereira dos Santos leva às telas o filme Rio 40 graus, que se tornou um marco do que viria a ser conhecido como Cinema Novo. No teatro, o povo torna-se protagonista na peça Eles não usam black tie, de Gianfrancesco Guarnieri, encenada pelo Teatro de Arena, em São Paulo, em 1958. No mesmo ano, também em São Paulo, é criado o Teatro Oficina, cujas produções balançaram a cena durante décadas. Ainda na dramaturgia, surgem novos autores, como o polêmico Plínio Marcos, com a peça Barrela.

Em agosto saía pela Odeon o compacto simples de João Gilberto trazendo no lado B "Bim bom", de sua autoria, e no lado A "Chega de saudade", de Tom Jobim e Vinicius de Moraes, que daria nome ao revolucionário LP de 1959. Era a Bossa Nova, estilo que até hoje, 51 anos depois, influencia músicos em todo o planeta. Chico era, então, um adolescente.

Nascido no Rio de Janeiro em 19 de junho de 1944, Francisco Buarque de Hollanda foi o quarto filho dos sete que o historiador Sérgio Buarque de Holanda teve com Maria Amélia Cesário Alvim. Dois anos depois, Sérgio é convidado a dirigir o Museu do Ipiranga, e a família transfere-se para São Paulo, onde nascem as três irmãs mais novas. Essa pequena trupe muda-se em 1953 para a Itália, lá permanecendo por dois anos, enquanto Sérgio leciona na Universidade de Roma.

Embora Chico afirme em diversas entrevistas que a atração pela literatura é anterior ao gosto pela música, um fato chama a atenção: antes de partir para Roma, deixou para a avó um bilhete, de uma crueldade ingênua, só permitida às crianças: "Vovó Heloísa. Olhe vozinha não se esqueça de mim. Se quando eu chegar aqui você já estiver no céu, lá mesmo veja eu ser um cantor do rádio".

São dessa época suas primeiras aventuras musicais - marchinhas de carnaval, influência, talvez, do que ouvia no rádio da babá índia. Curiosamente, foi essa índia que, anos depois, introduziu a primeira televisão na casa dos Buarque de Holanda.

Na Itália, Chico estudou em escola americana, e em pouco tempo falava três idiomas: português em casa, italiano na rua e inglês na escola. De volta a São Paulo, cursou o Colégio Santa Cruz, de padres canadenses progressistas, e ali escrevia contos e crônicas no jornal escolar Verbâmidas. A experiência levou-o a acreditar que um dia seria escritor. Mas o LP Chega de saudade adiou esse sonho por alguns anos. A batida inconfundível de João Gilberto, com seus acordes econômicos, o arrebatara para a música.

Não só a ele. Caetano Veloso, Gilberto Gil e tantos outros que viriam a integrar o primeiro time da MPB foram picados pela mesma mosca. A forma intimista da Bossa Nova, com apenas um banquinho e um violão, sem a necessidade de um vozeirão impostado, facilitava a vida de quem desejasse se aventurar por esse caminho.

Chico se lembra de que passava horas com um amigo tentando imitar os acordes do genial baiano. Da imitação para a composição foi um pulo. Uma de suas primeiras músicas, "Canção dos olhos" (1959), cantada à exaustão nos barzinhos e shows escolares, é uma cópia deslavada do estilo de João Gilberto, conforme o próprio Chico reconhece em sua entrevista ao MIS (Museu da Imagem e do Som) em 1966.

Em 1961 assume a presidência da República o ex-governador de São Paulo, Jânio Quadros, que renuncia após sete meses de uma gestão tumultuada. Não menos tumultuadas foram a posse e o governo do vice João Goulart. Identificado pelos militares como homem de esquerda, Jango assumiu com poderes reduzidos, num improvisado regime parlamentarista instaurado em setembro de 1961 e que duraria até o início de 1963, quando um plebiscito restaurou o presidencialismo.

Investido de poderes presidenciais, Jango adotou o projeto do PTB (Partido Trabalhista Brasileiro) denominado Reformas de Base - um conjunto de propostas que visava promover alterações nas estruturas econômicas, sociais e políticas que garantissem a superação do subdesenvolvimento e permitissem uma diminuição das desigualdades sociais.

No cenário externo, vivia-se a afirmação da Revolução Cubana (1958-59) e a crise dos mísseis soviéticos (1962) instalados em Cuba - que por pouco não levou a um confronto nuclear as duas superpotências de então, União Soviética e Estados Unidos.

Em 1963, Chico ingressa na FAU (Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo), menos por escolha do que por falta de alternativa. Para música não havia boas escolas, e o curso de Letras era tido, na época, como coisa para mulheres. E do futebol, outra de suas paixões, ele desistiu após ter treinado no minúsculo Clube Atlético Juventus, na Mooca, em São Paulo. O urbanismo, então, afigurava-se como a saída para quem, desde criança, desenhava cidades imaginárias.

O golpe de 1964 jogou um balde de água fria na efervescência política que ele vivia no ambiente universitário, ainda que de forma discreta. Decepcionado, sua atenção se voltava cada vez mais para a música. Logo, o "Carioca", como era conhecido, batizou de "sambafos" os encontros com amigos num barzinho próximo ao Mackenzie, para tocar violão, cantar e, evidentemente, exalar o hálito da bebida que consumiam. O hino do grupo era o samba "Oba", de Osvaldo Nunes, que exaltava o bloco carnavalesco Bafo da Onça.

Essa onda que eu vou Olha a onda, iaiá É o Bafo da Onça que acabou de chegar Essa onda que eu vou Olha a onda, iaiá É o Bafo da Onça que acabou de chegar

Pipocavam em São Paulo shows de música em que na primeira parte se apresentavam os novatos e na segunda apareciam nomes já consagrados. O Carioca do sambafo participou de vários deles, mostrando suas composições. Além de "Canção dos olhos", apresentava "Marcha para um dia de sol" (provavelmente de 1960-61, já que nem Chico se lembra mais).

Eu quero ver um dia numa só canção o pobre e o rico andando mão em mão que nada falte que nada sobre o pão do rico o pão do pobre...

Pela abordagem ingênua da questão social, a canção logo foi apelidada, para desgosto do autor, de "João XXIII", numa referência ao papa que publicara as encíclicas Mater et magistra (1961) e Pacem in terris (1963). É possível, porém, que o tom conciliatório da letra derive de uma experiência vivida por Chico quando ainda estudava no Santa Cruz. Como membro da OAF (Organização de Auxílio Fraterno), ele ia com regularidade até a região da Estação da Luz entregar cobertores e outras doações aos moradores de rua.

Em entrevista para Tarso de Castro, na Folha de S.Paulo de 11-9-1977, mesmo considerando o caráter assistencialista da ação, ele admite a importância que isso teve na sua formação: "... pra um cara como eu, que morava ali no que seria a Zona Sul de São Paulo [...] e que estudou em colégio de menino rico, de repente ter essa missão, duas vezes por semana, era muito importante".

Levado pela irmã mais velha, Miúcha, Chico cantou a marcha num dos redutos da boa música da época, o João Sebastião Bar, onde ouviu a promessa da grande estrela do local, Claudette Soares, de que iria gravá-la. Ficou só na promessa. A cada novo disco da cantora ele corria pra ver se sua música estava lá - e nada.

Na última hora, saía o disco, eu procurava e não tinha a música, e eu morria de triste [...] Ela foi gravada quando eu já não acreditava nela. Quando eu acreditava nela, ninguém acreditava em mim, porque eu era muito moleque. Quando parei de acreditar nela, eu já estava mais crescido, então resolveram gravar - mas aí a música já não tinha mais sentido nenhum...

admitiria no depoimento ao MIS. Ele se referia ao fato de a cantora Maricene Costa ter gravado a música em 1964, quando ele já havia perdido o interesse por ela: "Nem João XXIII concorda com aquele tipo de ecumenismo social. Não adianta conciliar rico e pobre, o negócio é não haver distinção", diria ele em entrevista para a revista Realidade em 1967.

Gostando ou não, foi a primeira vez que suas composições puderam ser ouvidas em disco, embora na voz de outrem.

Era só treino. O jogo ainda estava por começar.

Ficha Técnica

Altura: 23 cm.
Largura: 16 cm.
Acabamento : Brochura
Edição : 1 / 2009
Idioma : Português
Preço estimado : Por R$ 44,90

Copyright do Texto© Editora Abril S.A

1001
Discos Para Ouvir Antes de Morrer


Em 1001 discos para ouvir antes de morrer, 90 jornalistas e críticos de música internacionalmente reconhecidos apresentam uma rica seleção dos álbuns mais inesquecíveis de todos os tempos.

Abrangendo desde as origens do rock ‘n’ roll nos anos 50 aos mais recentes sucessos, este livro vai guiar você por diferentes tendências sonoras e mostrar o poder que a música tem de representar as aspirações e os sentimentos de toda uma geração.

Embora grande parte do livro seja dedicada ao rock e ao pop, há também dezenas de boas indicações de jazz, blues, punk, heavy metal, disco, soul, hip-hop, música experimental, world music, dance e muitos outros estilos.

Evidente que toda lista de Discos sempre haverá questionamentos, na minha opinião, faltou alguns, não vou citar nomes para não causar mais polêmica (...rs), mas, sem dúvida nehuma, este livro precisa fazer parte de sua coleção, ou se preferir, deve estar na sua cabeceira.

Acredito que todos tem a sua lista, portanto, de qualquer forma, ter uma listagem desta por perto, é extremamente necessária.

(Por Sinópse do Livro e Marcelo de Antonio)



Ficha Técnica

Altura: 21 cm.
Largura: 16 cm.
Acabamento : Brochura
Idioma : Português
País de Origem : Brasil
Número de Paginas : 960
Preço estimado : Por R$ 39,90

The 27s The Greatest Myth of Rock’n’Roll
(Por Segalstad e Hunter)


O que músicos como Jimi Hendrix, Janis Joplin, Jim Morrison (The Doors), Robert Johnson, Brian Jones (Rolling Stones), Gary Thain (Uriah Heep) e Kurt Cobain (Nirvana) têm em comum? Todos fazem parte do famoso, polêmico, controverso e mítico “Clube dos 27”, como ficou conhecido. São músicos que atingiram enorme fama internacional, e pelos mais diversos motivos vieram a falecer no auge de tal fama. Os autores Segalstad e Hunter montaram a sua fascinante obra em torno desse mito, e acabaram por criar uma pequena obra-prima.

O espaço nas páginas do livro é dividido pelo trabalho de ambos, num balanço perfeito. O texto complementa as ilustrações, e vice-versa, de tal forma que é quase impossível imaginar o que veio antes. A narrativa nas mais de 300 páginas é apresentada de formal cronológica, mas sem pecar por formalismo exacerbado. O uso de recursos como notas de rodapé ou na lateral das páginas é bastante corriqueiro, ampliando os horizontes da obra.

Embora haja tal linearidade de narração, com a jornada iniciando-se ao final do século XIX e finalizando na virada do século XX para o XXI, alguns desvios são tomados no decorrer da trajetória, com interessantes e pertinentes digressões (por mais contraditório que possa parecer, a princípio), sobre vários temas abordados em enfoques afins: numerologia, astrologia, filosofia, psicologia, religiões, desenvolvimento e uso de drogas alucinógenas, enfim, tudo o que veio à cabeça dos autores, sem preconceitos. E o melhor, de uma forma leve, fácil de ler, que se não vai revolucionar a sua vida irá ao menos enriquecê-la.

Tão importante no trabalho ora resenhado quanto os textos de Segalstad são as impressionantes ilustrações de Hunter, que os complementam. Há poucas fotos reais nas páginas do livro (mesmo assim, trabalhadas artisticamente), sendo a maior parte ilustrações tanto das personalidades retratadas quanto de detalhes das estórias contadas. O estilo de Hunter tem um quê de quadrinhos adultos, captando de forma perfeita os sentimentos expressos pelas palavras. Agonia, felicidade e tristeza, alucinações, glória e derrocada, fama e ostracismo, está tudo lá, na forma de desenhos.


Os textos em alguns momentos quase passam a um segundo plano. Várias técnicas são empregadas, com a repetição e/ou alternância de elementos, cores em abundância, ou não, elementos minimalistas, personagens em diferentes planos. O “espírito” de cada época acaba sendo passado ao leitor tanto pelo próprio texto, quanto pelos elementos visuais. Todo este trabalho primoroso é ainda por cima emoldurado por uma qualidade absolutamente impecável de impressão, em papel couché de primeira categoria, com a bela arte da capa incluindo elementos brilhantes e foscos. O cuidado com os detalhes inclui ainda marcador de livro e cartão de apresentação, seguindo o mesmo padrão do livro. Definitivamente, um item de colecionador.

O habitual texto da contracapa aqui é substituído por uma singela frase, que parece resumir tudo: “It began with the blues...”. Recomendação: não use este livro como objeto de decoração na mesa de centro de sua sala de estar, pois seus eventuais convidados poderão ficar tão “vidrados” nas narrativas e nas ilustrações, que o aspecto social da visita poderá ir por água abaixo...

Mas afinal, o que há de tão místico (ou mítico) no número 27? Seria apenas uma coincidência músicos (e artistas em geral) morrerem nessa idade, talvez por ser aproximadamente o tempo em que o organismo humano leva para “cobrar a conta” dos abusos com substâncias e outros excessos decorrentes da fama precoce? Ou haveria algo mais por trás disso? Leia e tire suas próprias conclusões clicando (aqui...)

(Por Rodrigo Werneck)